O transplante de medula óssea representa um importante avanço da medicina no tratamento de doenças hematológicas graves, como leucemias, linfomas e anemias severas, sendo muitas vezes a principal alternativa terapêutica para a cura ou aumento da sobrevida dos pacientes. Diante desse contexto, o presente estudo teve como objetivo analisar a importância do transplante de medula óssea, destacando seus benefícios terapêuticos, os desafios relacionados à doação e sua relevância para a saúde pública. A metodologia adotada consistiu em uma revisão de literatura de abordagem qualitativa e caráter descritivo, com base em artigos científicos publicados entre 2020 e 2025, selecionados nas bases de dados SciELO, MEDLINE e LILACS, a partir de critérios de inclusão e exclusão previamente estabelecidos. Os resultados evidenciaram que o transplante de células-tronco hematopoéticas é uma estratégia eficaz na regeneração do sistema hematológico, contribuindo significativamente para a melhoria da qualidade de vida dos pacientes. Entretanto, foram identificados desafios relevantes, como a dificuldade de encontrar doadores compatíveis, a limitação no acesso ao tratamento e a necessidade de maior conscientização da população sobre a doação de medula óssea. Conclui-se que o transplante de medula óssea é uma prática essencial na área da saúde, cuja efetividade depende tanto do avanço científico quanto do fortalecimento de políticas públicas e estratégias de incentivo à doação, visando ampliar o acesso ao tratamento e salvar vidas.
Palavras-chave: Transplante de medula óssea; Doação; Células-tronco hematopoéticas.