O capítulo analisa os desafios para diagnóstico e vigilância de zoonoses em regiões amazônicas de difícil acesso, destacando as grandes distâncias, limitações de infraestrutura, transporte e disponibilidade de profissionais especializados. Discute coleta, conservação, cadeia do frio e transporte de amostras como etapas essenciais à confiabilidade diagnóstica. Apresenta alternativas como testes rápidos, manchas de sangue seco, PCR portátil, laboratórios móveis e sistemas digitais de notificação. A descentralização diagnóstica, a capacitação das equipes locais e redes logísticas adaptadas ao território são apontadas como fundamentais para ampliar a equidade e a rapidez da resposta sanitária.