O capítulo discute a vigilância integrada como aplicação prática da Saúde Única, articulando informações provenientes da saúde humana, animal e ambiental para antecipar ameaças zoonóticas. Destaca a necessidade de superar a fragmentação institucional e integrar dados epidemiológicos, laboratoriais, ambientais e territoriais. A vigilância participativa e sindrômica, com envolvimento de comunidades indígenas e ribeirinhas, é apresentada como importante sistema de alerta precoce. Essa integração fortalece a detecção de eventos emergentes e contribui para sistemas de vigilância mais resilientes, equitativos e adequados à realidade amazônica.