O capítulo apresenta a Amazônia como território estratégico para a vigilância de zoonoses virais, considerando sua elevada biodiversidade, variedade de reservatórios naturais e complexo viroma. Discute o spillover e como desmatamento, mineração, urbanização e outras pressões antrópicas ampliam as interfaces humano-animal-ambiente e os riscos de emergência viral. Destaca a importância da vigilância epidemiológica e genômica para detecção precoce de novos agentes. Defende a abordagem de Saúde Única e a conservação ambiental como componentes essenciais da segurança sanitária regional e global.