O capítulo aborda a Saúde Única como perspectiva integradora das relações entre saúde humana, animal e ambiental, enfatizando as particularidades territoriais da Amazônia. Analisa como desmatamento, urbanização, saneamento precário, desigualdades socioeconômicas e mudanças climáticas interferem na emergência e disseminação das arboviroses. Valoriza os saberes e a participação dos povos e comunidades tradicionais como elementos da vigilância territorial e comunitária. Propõe ações intersetoriais e políticas públicas adaptadas às realidades locais para prevenção, vigilância e controle dos riscos sanitários.