Ana Carolina Candido dos Santos
Maria Julia Quezado Andrade de Melo
Carlos Henrique Xavier Conceição
Lorena de Oliveira Tannus
Tuane Carolina de Souza Ferreira
O capítulo destaca as primeiras 72 horas de um surto como período decisivo para limitar a transmissão e organizar a resposta em saúde pública. São enfatizadas ações como notificação imediata, investigação epidemiológica, definição de casos, coleta de amostras, rastreamento de contatos, isolamento e implementação precoce de medidas de controle. A biossegurança e a proteção dos profissionais constituem componentes centrais dessa resposta. No contexto amazônico, ressalta-se ainda a necessidade de comunicação de risco culturalmente adequada, participação das lideranças comunitárias e articulação intersetorial diante das particularidades geográficas e sociais do território.