O capítulo discute a influência da literatura negra infantil na formação de valores antirracistas. Os autores argumentam que obras com protagonismo negro ajudam a valorizar identidades, combater preconceitos e fortalecer a autoestima das crianças. O texto destaca a importância de romper com padrões eurocêntricos presentes no ambiente escolar. Também enfatiza que a literatura pode contribuir para a construção de relações étnico-raciais mais respeitosas. A escola é apontada como espaço estratégico para a promoção de práticas antirracistas.