O capítulo analisa a Educação do Campo e suas implicações na formação de professores. Os autores ressaltam que a formação docente voltada para o campo deve considerar as especificidades culturais, sociais e territoriais dessas populações. O texto defende uma educação comprometida com a valorização dos sujeitos do campo e de seus modos de vida. Também destaca os desafios enfrentados pelos professores, como a falta de políticas públicas adequadas e de formação específica. A Educação do Campo é apresentada como espaço de resistência e valorização das identidades rurais.