O capítulo aborda como a periferização e as avaliações externas influenciam a educação no Ceará. Os autores mostram que escolas situadas em áreas periféricas enfrentam mais dificuldades estruturais, sociais e pedagógicas. As avaliações externas, embora utilizadas para medir desempenho, podem reforçar desigualdades ao desconsiderar contextos específicos. O texto critica a centralidade dos indicadores quantitativos e a pressão por resultados. Defende-se uma análise mais ampla da qualidade da educação, levando em conta a realidade das comunidades escolares.