O capítulo discute o conceito de identidade docente e como ela se constrói ao longo da formação e da prática profissional. Os autores defendem que a identidade do professor não é fixa, mas resultado de experiências, reflexões e relações estabelecidas no cotidiano. A formação inicial, os estágios e a atuação em sala de aula são apontados como elementos centrais desse processo. O texto também ressalta a importância dos saberes da experiência e da prática docente. Conclui-se que ser professor é um processo contínuo de construção pessoal e profissional.