O capítulo discute o papel do Estado e da educação no capitalismo contemporâneo, a partir de uma perspectiva marxista. Argumenta que o Estado, embora aparente representar interesses universais, atua prioritariamente em favor da classe dominante. A educação, que antes era vista como direito social, passa a ser tratada como serviço e mercadoria. O texto critica as reformas neoliberais e a lógica gerencial implantada nas políticas educacionais. Conclui que a escola é atravessada pelas contradições do sistema capitalista.