O envelhecimento cutâneo é um processo multifatorial que envolve a perda progressiva de colágeno, elasticidade e volume facial, resultando em flacidez, rugas e sulcos. Nesse contexto, os procedimentos estéticos minimamente invasivos, como os bioestimuladores de colágeno e os preenchedores à base de ácido hialurônico, têm se destacado na biomedicina estética. Este estudo tem como objetivo comparar os mecanismos de ação, indicações, eficácia e durabilidade dessas duas abordagens por meio de uma revisão bibliográfica. Os bioestimuladores de colágeno atuam estimulando a neocolagênese, promovendo melhora gradual da firmeza e da qualidade da pele, com resultados mais duradouros. Em contrapartida, o ácido hialurônico apresenta efeito imediato, sendo amplamente utilizado para volumização e preenchimento de rugas e sulcos, com alta previsibilidade e segurança. Os achados indicam que ambas as técnicas são eficazes, porém possuem indicações distintas e complementares. Conclui-se que a escolha do tratamento deve ser individualizada, considerando as características e necessidades de cada paciente, podendo inclusive haver associação entre as técnicas para potencializar os resultados estéticos.
Palavras-chave: Ácido hialurônico. Ácido poli-L-láctico. Bioestimuladores. Colágeno. Rejuvenescimento facial.