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Editora Novus

Capítulo 2

Título

CORRELAÇÃO ENTRE O TEMPO DE PRÁTICA DE MUSCULAÇÃO E O NÍVEL DE TREINAMENTO (INICIANTE, INTERMEDIÁRIO E AVANÇADO)

DOI

Autores

Dalton Basílio Rodrigues Cabral Feitosa
Karoline da Silva Dias

Resumo

O presente estudo tem como objetivo analisar se o tempo de prática de musculação deve ser um critério suficiente para classificar o nível de treinamento de um indivíduo. A relevância desta discussão consiste no fato de que o tempo de prática é frequentemente utilizado para dividir os praticantes em categorias como iniciantes, intermediários e avançados, embora esse parâmetro possa não refletir com precisão o real nível de adaptação física do indivíduo. A metodologia adotada consistiu em uma revisão de literatura qualitativa e descritiva, com buscas realizadas nas bases de dados Google Acadêmico, SciELO e Portal de Periódicos CAPES, priorizando publicações entre 2015 e 2026. Foram incluídos artigos, livros e dissertações que abordassem o treinamento resistido e a classificação do nível de treinamento, excluindo-se textos de caráter opinativo e resumos que não apresentassem dados completos. Os resultados evidenciam que, apesar de o tempo de prática ser um critério amplamente propagado, ele apresenta limitações importantes, pois não leva em consideração fatores fundamentais como o nível de força, a constância, o domínio técnico, a capacidade de recuperação, a alimentação, a qualidade do sono e a aderência ao programa de exercícios. Diante disso, conclui-se que a classificação do nível de treinamento deve considerar múltiplos fatores, possibilitando uma prescrição do exercício mais individualizada, eficaz e segura.

Palavras-chave: Treinamento Resistido, Tempo de Prática, Nível de Treinamento. Treinamento de Força, Musculação.

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