O alongamento é uma prática antiga, mas muito adotado na prevenção de lesões musculoesqueléticas, especialmente no público idoso, por se tratar de uma fase caracterizada pela perda progressiva das funções orgânicas do corpo humano, ocasionando declínio significativo de alterações fisiológicas e da capacidade física. O objetivo deste estudo é compreender os efeitos do alongamento na população idosa na prevenção de lesões musculoesqueléticas, com base encontradas na literatura científica. Para investigar sobre o assunto, levantou-se a seguinte problemática: quais são os efeitos do alongamento na prevenção de lesões musculoesqueléticas em idosos, a partir de achados na literatura científica? A metodologia adotada está fundamenta em uma pesquisa bibliográfica com abordagem descritiva qualitativa e descritiva, com fontes baseados em livros, estudos científicos, revistas eletrônicas, artigos, encontrados nas principais plataformas de pesquisas acadêmicas, tais como: Google Acadêmico, SciELO, PubMed. Os resultados apontam que a maioria dos estudos encontrados, corroboram com a hipótese de que a prática do alongamento estimula o fortalecimento neuromuscular, prevenindo lesões musculoesqueléticas em idosos, e consequentemente no ganho de expectativa de vida. Concluiu-se que a prática do alongamento em idosos traz significantes contribuições físicas e funcionais, promovendo assim maior independência, qualidade de vida e um envelhecimento mais saudável.
Palavras-Chave: Alongamento. Lesões Musculoesqueléticas. Prevenção. Idosos.