A pessoa idosa compõe parte sensível da sociedade, necessitando de atenção e cuidado para um processo de envelhecimento saudável. Contudo, o envelhecimento que não é saudável pode perpassar por doenças neurodegenerativas que influenciam na qualidade de vida e impõe declínios cognitivos importantes. As demências podem ser causadas por muitos fatores, incluindo, genética, deficiências nutricionais, uso de substâncias, entre outros. Nesse sentido, os idosos precisam reconhecer que o envelhecimento é um processo natural, mas, que pode acarretar em patologias. Desse modo, é crucial compreender a educação física como forte aliado na proteção da saúde cerebral do idoso, preservando funções da cognição, memória e humor. Sendo assim, esta pesquisa buscou compreender como a atividade física é benéfica para a prevenção e tratamento das demências e declínios cognitivos. Portanto, configura-se como objetivo deste artigo a análise da relação entre a prática de atividade física e saúde cognitiva dos idosos. O exercício físico favorece a produção de neurotrofinas essenciais para a neurogênese, resultando na melhoria do humor, cognição e memória. Esta pesquisa trata-se de uma revisão bibliográfica que analisou a temática a partir de aportes teóricos relevantes. Os resultados conduziram para o entendimento de que o exercício físico é importante para o bem-estar dos idosos e deve ser feito dentro de cuidados multidisciplinares, ou seja, combinado com outras estratégias de mudança no estilo de vida. Por fim, comprova-se que a prática regular de atividades físicas é uma estratégia não farmacológica eficaz, que deve ser considerada e valorizada dentro da perspectiva de saúde do idoso.
Palavras-chave: Idoso, Saúde, Cognitivo.