A alopecia androgenética é a forma mais prevalente de alopecia não cicatricial entre homens e mulheres e, embora não represente risco direto à saúde física, acarreta repercussões estéticas e psicossociais relevantes. Diante disso, este estudo teve como objetivo analisar, com base na literatura científica, a eficácia da intradermoterapia capilar no tratamento da alopecia androgenética, abordando seus mecanismos de ação, as substâncias utilizadas e as formas de aplicação. Trata-se de uma pesquisa qualitativa e descritiva, desenvolvida por meio de revisão narrativa de literatura, com levantamento realizado no Google Acadêmico, SciELO, Biblioteca Virtual em Saúde, LILACS e em fontes institucionais da Sociedade Brasileira de Dermatologia, incluindo publicações em português e inglês divulgadas entre 2021 e 2026, resultando em quinze produções científicas. Os resultados indicaram que a intradermoterapia é um recurso minimamente invasivo, bem tolerado e de boa adesão, que favorece a melhora progressiva da densidade capilar e o controle do afinamento decorrente da miniaturização folicular, ainda que apresente limitações como a variabilidade das respostas e a carência de protocolos padronizados. Conclui-se que a técnica representa uma alternativa promissora, sobretudo quando integrada a uma proposta de cuidado ampla, criteriosa e individualizada.
Palavras-chave: Alopecia androgenética. Intradermoterapia capilar. Miniaturização folicular. Tratamento estético.