O uso do ácido hialurônico em procedimentos estéticos faciais apresenta crescimento significativo devido à procura por técnicas minimamente invasivas voltadas ao rejuvenescimento facial. Apesar da biocompatibilidade da substância, a literatura evidencia intercorrências capazes de comprometer os resultados estéticos e a segurança dos pacientes. O presente estudo teve como objetivo compreender as principais intercorrências associadas ao uso do ácido hialurônico em procedimentos estéticos faciais. Trata-se de uma pesquisa qualitativa, descritiva e bibliográfica, realizada por meio de revisão de literatura nas bases SciELO, PubMed, LILACS e Google Acadêmico, considerando publicações entre 2015 e 2026. Os resultados demonstraram que as principais intercorrências leves incluem edema, hematomas e assimetrias, enquanto as graves envolvem oclusão vascular, necrose tecidual e comprometimento ocular. Observou-se ainda que a prevenção das complicações depende da qualificação profissional, do conhecimento anatômico e da adoção de protocolos adequados de segurança. Conclui-se que a realização segura desses procedimentos exige preparo técnico, atualização científica e atuação ética dos profissionais envolvidos.
Palavras-chave: Ácido hialurônico, Harmonização facial, Intercorrências estéticas, Procedimentos faciais, Segurança clínica.