O polidesoxirribonucleotídeo (PDRN) tem se destacado na estética regenerativa devido às suas propriedades bioestimuladoras, regeneradoras e anti-inflamatórias, sendo considerado uma alternativa promissora para o rejuvenescimento e a recuperação tecidual. O presente estudo teve como objetivo analisar as evidências científicas relacionadas às características biológicas, aos mecanismos de ação e às aplicações clínicas do PDRN na estética regenerativa. Trata-se de uma revisão integrativa da literatura, realizada por meio de consultas às bases de dados PubMed, SciELO e ScienceDirect, utilizando publicações disponíveis entre os anos de 2010 e 2025. Os estudos analisados demonstraram que o PDRN atua principalmente por meio da ativação dos receptores de adenosina A₂A e do fornecimento de nucleotídeos necessários aos processos de reparação celular. Esses mecanismos favorecem a angiogênese, a proliferação de fibroblastos, a síntese de colágeno, a modulação da resposta inflamatória e a regeneração tecidual. Os resultados evidenciaram benefícios relacionados à melhora da hidratação, elasticidade e qualidade da pele, além de resultados promissores em protocolos de rejuvenescimento e recuperação cutânea. Conclui-se que o PDRN representa uma importante ferramenta na estética regenerativa, apresentando potencial significativo para a regeneração e o rejuvenescimento da pele. Entretanto, são necessários estudos clínicos adicionais e a padronização dos protocolos terapêuticos para fortalecer as evidências científicas e ampliar sua aplicação na prática clínica.
Palavras-chave: PDRN; polidesoxirribonucleotídeo; estética regenerativa; rejuvenescimento cutâneo; regeneração tecidual.