Este artigo tem como objetivo analisar a relação entre saúde mental, comportamento alimentar e percepção da imagem corporal entre estudantes universitários. A partir de uma revisão teórica, são discutidos os impactos da rotina acadêmica, das redes sociais e dos padrões estéticos na saúde física e emocional dos estudantes. A pesquisa evidencia que o ambiente universitário, marcado por exigências e transições, contribui para o aumento de transtornos mentais, como ansiedade e depressão, além de influenciar negativamente os hábitos alimentares e a percepção corporal. O comportamento alimentar disfuncional, associado ao estresse e à busca por padrões estéticos idealizados, afeta diretamente o estado nutricional e a autoestima dos estudantes. A insatisfação com a imagem corporal, presente mesmo entre indivíduos com estado nutricional considerado saudável, revela a influência de fatores socioculturais e midiáticos. Os dados analisados reforçam a importância de estratégias institucionais voltadas à promoção da saúde mental, à educação nutricional e à valorização da diversidade corporal no contexto acadêmico.